O que eu disse ao general

Anderson Fonseca

Anderson Fonseca, em seu novo livro, une a política e a estética em parábolas e aforismos intensamente poderosos e sincronizados com nosso tempo – no qual ressurgem, pontualmente, ditadores que amordaçam a História, pensando em torná-la um objeto de sua coleção particular, eliminando aqueles que podem representar risco ao projeto (como podemos ler na narrativa Enterro). Ou o cinismo, que pode beirar ao disparate, e a natureza predatória e destrutiva, que querem dar mostras de certa piedade (O general bondoso). Há também a revelação terrível, exposta em Primavera. E, para o desfecho, Lobos, primos dos leopardos kafkianos que invadem o templo."

Mariel Reis

Formato: 12 x 19 cm
ISBN: 978-85-66766-09-7
Páginas 68
Edição 1a
Tipo de Capa Brochura
Ano 2014
Idioma Português

Sobre o autor

Anderson Fonseca nasceu em 1981, no Rio de Janeiro (RJ). Professor e crítico literário, é também um dos editores da revista de contos Flaubert. Publicou Notas de Pensamentos Incomuns (contos, 2011) e Sr. Bergier & Outras Histórias (contos, 2013). Organizou a antologia Veredas – Panorama do conto contemporâneo brasileiro (2013). Vive atualmente na cidade de Brejo Santo (CE).